Remuneração Executiva e Geração de Valor

Práticas e resultados em empresas brasileiras

A terceira edição do estudo “Remuneração Executiva e Geração de Valor” mostra que, apesar da crise, as empresas brasileiras que geram valor remuneram melhor o executivo e o acionista no longo prazo. Segundo dados da publicação, 24% das empresas que geraram valor no período analisado mantiveram a remuneração executiva estável entre 2010 e 2015. O alinhamento entre remuneração e lucratividade também é maior nessas organizações.

Realizado pela PwC e pelo Instituto de Finanças da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV/EAESP), o material se baseia em uma análise de 146 empresas que compõem o Índice de Governança Corporativa (IGC) da B3 (BM&FBOVESPA/Cetip).

 

 

Práticas e resultados em empresas brasileiras

A terceira edição do estudo “Remuneração Executiva e Geração de Valor” mostra que, apesar da crise, as empresas brasileiras que geram valor remuneram melhor o executivo e o acionista no longo prazo. Segundo dados da publicação, 24% das empresas que geraram valor no período analisado mantiveram a remuneração executiva estável entre 2010 e 2015. O alinhamento entre remuneração e lucratividade também é maior nessas organizações.

Realizado pela PwC e pelo Instituto de Finanças da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV/EAESP), o material se baseia em uma análise de 146 empresas que compõem o Índice de Governança Corporativa (IGC) da B3 (BM&FBOVESPA/Cetip).

Práticas e resultados em empresas brasileiras

A terceira edição do estudo “Remuneração Executiva e Geração de Valor” mostra que, apesar da crise, as empresas brasileiras que geram valor remuneram melhor o executivo e o acionista no longo prazo. Segundo dados da publicação, 24% das empresas que geraram valor no período analisado mantiveram a remuneração executiva estável entre 2010 e 2015. O alinhamento entre remuneração e lucratividade também é maior nessas organizações.

Realizado pela PwC e pelo Instituto de Finanças da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV/EAESP), o material se baseia em uma análise de 146 empresas que compõem o Índice de Governança Corporativa (IGC) da B3 (BM&FBOVESPA/Cetip).

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