Engajar nova geração de profissionais pode trazer ganhos de até US$ 1,1 trilhão, aponta relatório da PwC

Nov 04, 2016

 

Índice avaliou desenvolvimento educacional e profissional de jovens entre 15 e 24 anos nos 35 países membros da OCDE

São Paulo, 04 de novembro de 2016 – Em quase metade dos países membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE)m um em cada quatro jovens estava desempregado há mais de um ano em 2015. Além de ter um impacto negativo na produtividade e nas finanças do país, o alto desemprego entre jovens prejudica as oportunidades desses profissionais e o desenvolvimento de suas comunidades em longo prazo.

O relatório “Empowering a New Generation”, publicado pela PwC, mostra que o engajamento da geração mais jovem de trabalhadores pode gerar ganhos bilionários nas economias dos países da OCDE. O relatório traz as principais conclusões do PwC Young Workers Index, um índice que avalia como os países membros da OCDE estão desenvolvendo o potencial econômico de seus profissionais mais jovens. O índice leva em consideração oito indicadores que refletem o impacto no mercado de trabalho e o desenvolvimento educacional de pessoas entre 15 e 24 anos de idade em 35 países.

De acordo com o levantamento, a Europa continua dominando o grupo de países com maior empoderamento de jovens profissionais. Suíça, Alemanha e Áustria foram os três países mais bem-sucedidos nessa tarefa em 2015, seguidos por Islândia, Noruega e Dinamarca. Os três países no topo do ranking foram capazes de manter baixas taxas de desemprego entre os jovens após a crise financeira global, devido aos seus fortes sistemas educacionais.

Israel, Luxemburgo e Alemanha foram os países que tiveram melhorias mais significativas entre 2006 e 2015, enquanto Espanha, Itália e Grécia apresentaram dificuldades para se recuperarem da crise global. Já os Estados Unidos voltaram a ficar entre os dez países mais bem posicionados no ranking pela primeira vez desde 2006.

 A Alemanha foi o país que mais progrediu, conseguindo manter um bom desempenho econômico, mesmo durante a crise. O resultado se deveu a investimentos em capacitação profissional, reformas que aumentaram a flexibilidade no mercado de trabalho e um forte crescimento econômico baseado em exportações.

“Identificamos três temas-chave no mercado de trabalho que em geral são seguidos por países com alta performance no índice Young Workers. Em primeiro lugar, investir em um sistema educacional como o alemão, que incorpora treinamentos vocacionais ao ensino, oferecendo aos jovens mais opções em sua transição para o mundo do trabalho. Em segundo, mudar a percepção dos empregadores em relação às gerações mais jovens e encorajar nas escolas iniciativas como estágios, aconselhamento em carreiras, mentoring e ações sociais, que podem aumentar a empregabilidade e o engajamento. Por último, reduzir métodos de recrutamento informal e usar as qualificações como filtros para remover as barreiras de engajamento de jovens das esferas socioeconômicas mais baixas”, explicou John Hawksworth, economista-chefe da PwC e coautor do relatório.

 


 

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