14ª Pesquisa de Líderes Empresariais Brasileiros

Otimismo e ansiedade no centro de decisão das organizações

Os CEOs globais olham para o futuro com otimismo e ansiedade

Apesar do nível recorde de otimismo de curto prazo em relação à economia, os CEOs no Brasil e no mundo demonstram ansiedade elevada em relação às ameaças comerciais, econômicas e, especialmente, sociais que suas organizações enfrentam. A 14ª Pesquisa de Líderes Empresariais Brasileiros mostra essa aparente contradição e explica os fatores que estão por trás dela em 2018.

 

Carpe Diem

Este ano registramos o maior salto no nível de confiança dos CEOs em relação ao crescimento econômico no mundo. Os líderes empresariais brasileiros são os mais otimistas: 80% acreditam na melhora da economia global nos próximos 12 meses. No entanto, essa explosão de otimismo não se traduz em um aumento equivalente de confiança nas perspectivas de crescimento de suas próprias organizações.

Por que os CEOs estão tão otimistas

As preocupações dos CEOs variam por região

Embora as diferenças regionais revelem uma combinação de diferentes ameaças que tiram o sono dos CEOs, eles compartilham uma preocupação cada vez maior com questões sociais mais amplas – como incerteza geopolítica, terrorismo e mudanças climáticas – e não tanto com riscos diretos para os negócios, como mudanças no comportamento dos consumidores ou novos entrantes no mercado.

Saiba mais sobre o que preocupa os CEOs

Vivendo em um mundo fragmentado

Ecoando o tema do Fórum Econômico Mundial deste ano, os CEOs reconhecem que estamos vivendo em um mundo fragmentado. Eles estão divididos em relação à quantidade da população que pode ser beneficiada pelo crescimento econômico futuro, mas concordam que precisamos de novas métricas para medir a prosperidade de agora em diante.

Outras visões antagônicas dos CEOs

Quais são as estratégias de crescimento dos CEOs brasileiros em 2018

A expansão dos negócios, segundo os CEOs brasileiros, se dará por crescimento orgânico (87%), redução de custos (83%) e parcerias com empreendedores ou startups (70%). Além disso, 65% dos líderes no país pretendem fazer novas alianças estratégicas e 46% apostam em fusões e aquisições para ampliar a rentabilidade dos negócios.

Dos entrevistados, 59% estão extremamente preocupados com a oferta de talentos com domínio de habilidades digitais e 35% têm planos de aumentar o quadro de funcionários das nos próximos 12 meses. Globalmente, 54% dos executivos devem ampliar sua força de trabalho; na América Latina, 43% esperam ampliar seus quadros de colaboradores.

Contatos

Fábio Cajazeira

Sócio, PwC Brasil

Tel: +55 (11) 3674 2229

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