22ª Pesquisa Anual Global com CEOs

Queda na confiança dos CEOs inspira cautela

Principais conclusões para o Brasil

O otimismo dos executivos brasileiros em relação ao crescimento da economia global nos próximos 12 meses caiu drasticamente em relação ao nível recorde registrado na nossa pesquisa do ano passado (80% para 50%). Mesmo assim, o percentual ficou acima da média global de 42%. Já a parcela dos brasileiros que apostam em um crescimento de suas empresas no mesmo período cresceu de 39% para 43%, também acima da média global de 35%.

Essa disparidade de visões pode ser explicada por cenários bastante distintos nos planos interno e externo. Inseguros em relação ao ambiente de negócios internacional, os brasileiros são influenciados por expectativas de mudanças positivas na economia do país trazidas pelo início de um governo de tendência mais liberal.

Como possível destino de investimento, o Brasil ficou em sexto lugar entre os países mais citados pelos CEOs na pesquisa global, atrás de EUA, China, Alemanha, Índia e Reino Unido, mas com menos menções do que as alternativas “Não sei” e “Nenhum outro território” –uma indicação das fortes incertezas que dominam o cenário de negócios global.

 

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Principais temas

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Choque de realidade

A pesquisa do ano passado registrou um aumento recorde no otimismo em relação às perspectivas de crescimento global. Este ano foi a vez de um aumento recorde no pessimismo. Quase 30% dos CEOs projetam um recuo na taxa de crescimento do PIB global, ante apenas 5% no ano passado. Os resultados também mostram uma queda importante na confiança dos CEOs globais nas perspectivas de receita de suas próprias organizações no prazo curto (12 meses) e médio (três anos).

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Crescimento de dentro para fora 

Um tema geral é evocado em toda a pesquisa: como os CEOs se adaptam ao forte sentimento nacionalista e populista que varre o mundo. As ameaças que eles consideram mais urgentes são menos existenciais e mais relacionadas à facilidade de fazer negócios nos mercados em que operam. Quando solicitados a identificar os países mais atraentes para investimentos, os líderes restringiram suas escolhas e demonstraram mais incerteza.

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Atenção às lacunas de informação e competências 

Além da preocupação com as fraturas que estão surgindo no cenário geopolítico, os CEOs trabalham para eliminar lacunas em suas próprias competências. As organizações estão se esforçando para traduzir um dilúvio de dados em um melhor processo de decisão. Há escassez de talentos qualificados para limpar, integrar e extrair valor do big data e avançar mais rápido rumo à inteligência artificial.

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Contatos

Fábio Cajazeira

Sócio, PwC Brasil

Tel: +55 (11) 3674 2229

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