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Invista em todas as vantagens para nivelar forças com os invasores

Novas tecnologias virando o jogo contra o cibercrime

A inovação está virando o jogo da segurança cibernética, dando novas vantagens aos defensores e nivelando forças com os atacantes. As startups cibernéticas estão em alta: na última década, cerca de 25 atingiram valor de US$ 1 bilhão em processos de IPO ou de fusão e aquisição, dez delas nos últimos dois anos, de acordo com a CB Insights.

E as soluções cibernéticas amadureceram, permitindo avançar para arquiteturas Zero Trust, inteligência de ameaças em tempo real, orquestração e automação de segurança, proteção avançada de endpoint, gerenciamento de identidade e acesso e outras tecnologias de ponta – estimuladas em grande parte por um crescimento triplicado em serviços em nuvem.

Os pioneiros nessas novas práticas tiraram proveito desses avanços. E o mais importante: eles estão investindo na tríade da transformação digital clássica – pessoas, processos e tecnologias – para acabar com a ampla liderança que os invasores têm há muito tempo.

Em nossa pesquisa, examinamos 25 novas abordagens e práticas de segurança cibernética (consulte o gráfico) e monitoramos as medidas em relação às quais as organizações afirmam ter feito progresso significativo.

Novas abordagens e mentalidades dos pioneiros

No Brasil – entre 15% e 30% – dos executivos afirma que já está se beneficiando de algumas dessas novas práticas. Esse é o grupo que chamamos de “pioneiros”.

Executivos de grandes organizações (+US$1 bilhão) são mais propensos a relatar os benefícios de fazer uma mudança estratégica (a “equipe de segurança cibernética colabora mais com a área de negócios na entrega de resultados de negócios”); migrar para tecnologias avançadas (“investindo em tecnologias avançadas para melhorar a eficácia dos recursos de defesa cibernética e detecção de segurança da organização”); e reestruturar operações (“reduzindo o custo das operações cibernéticas por meio de automação, racionalização e/ou outras soluções”).

Os executivos das maiores organizações (+U$10 bilhões) são mais propensos a relatar ganhos com o uso de modelos e tecnologias de segurança como Zero Trust, serviços gerenciados, virtualização e adoção acelerada da nuvem.

Empresas estão adotando novas abordagens e mentalidades para melhorar a segurança cibernética

Fonte: PwC, Global Digital Trust Insights 2021, outubro/2020. Base: 3.249 (Global)/ 109 (Brasil)
P: Até que ponto sua organização está investindo nas seguintes formas de melhorar o gerenciamento dos riscos de segurança cibernética nos próximos 2 anos?

Quanto maior a transformação, maiores são as chances de progresso significativo

No mundo, os entrevistados relataram ter feito “progresso significativo” nos últimos três anos em uma média de seis medidas, sinalizando melhor gerenciamento de risco, maior resiliência, maior confiança dos stakeholders ou transformação digital mais rápida. Os principais resultados – relatados por 43% dos executivos globais– são experiências melhores para o cliente, respostas mais rápidas a incidentes e paralisações e melhor prevenção a ataques.

Mas um grupo que fez a mudança precocemente – aqueles que relatam ter percebido os benefícios de 20 ou mais das 25 novas práticas – afirma ter feito um progresso significativo em pelo menos 12 resultados.

Por outro lado, aqueles que ainda não adotaram novas práticas relatam um progresso significativo em apenas dois ou três resultados.

Essas descobertas sugerem que investir em todas as vantagens provenientes de tecnologias, processos e competências do pessoal é fundamental para fazer avanços significativos contra os invasores. Também ressaltam a importância de se ter um CISO que possa atuar como líder transformacional ou líder operacional/mestre tático.

Fonte: PwC, Global Digital Trust Insights 2021, outubro/2020. Base: 3.249 (Global)/ 109 (Brasil)
P: Que progresso sua organização fez em segurança cibernética nos últimos três anos?

 

A segurança na nuvem é a próxima grande mudança

As empresas estão mudando rapidamente suas operações (71% no Brasil e 75% no mundo) e sua segurança (79% no Brasil e 76% no mundo) para a nuvem. Elas estão eliminando sistemas legados estáticos e por natureza inseguros em favor de sistemas integrados de nuvem/rede mais dinâmicos, ágeis e seguros por sua própria concepção.

Os CISOs que fazem a transição de suas organizações para a nuvem podem criar mecanismos de higiene desde o início – de maneira automatizada. Eles também podem eliminar o atrito do sistema e simplificar a entrega de serviços aos clientes.

No Brasil, 84% dos executivos concorda que migrar para a nuvem é fundamental para a próxima geração de soluções de negócios e que existem novas soluções para proteger as infraestruturas de nuvem como nunca (73% no mundo).

Organizações de pequeno e médio porte também podem se modernizar

Organizações maiores, com mais recursos, estão aplicando novas tecnologias e concepções para virar o jogo contra os invasores. Mas à medida que as tecnologias se tornam mais acessíveis e os modelos são refinados, as pequenas e médias empresas também podem se beneficiar.

 

Contatos

Edgar D'Andrea

Sócio, PwC Brasil

Tel: +55 (11) 3674 2000

Eduardo Batista

Sócio e líder de Cibersegurança e Privacidade, PwC Brasil

Tel: +55 (11) 3674 2000

Fernando Mitre

Sócio, PwC Brasil

Tel: +55 (11) 3674 2000

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