Creating value beyond the deal: private equity

As transações globais atingiram em 2018 seu segundo valor mais alto desde a crise financeira de 2008. Por trás dessa marca, está a forte demanda global por ativos por parte de investidores tanto privados como corporativos. No entanto, houve um declínio no volume de negócios capazes de gerar retornos significativos em relação ao preço de compra.

Entrevistamos 100 executivos líderes do setor de private equity em todo o mundo e perguntamos sobre suas experiências de geração de valor, a fim de entender como eles obtêm o máximo retorno das transações. Descobrimos que, embora a capacidade de investimento de private equity tenha atingido um nível recorde, o corte de custos não é mais suficiente para gerar retorno no difícil cenário atual do mercado.

E se você avaliasse suas operações de fusão e aquisição de maneira diferente?

#BeyondTheDeal

 

Lições aprendidas sobre private equity

Da mesma forma que a nossa pesquisa corporativa, o estudo constatou que os responsáveis pelas transações priorizariam a criação de valor mais cedo, caso realizassem o negócio novamente. 

Os entrevistados afirmam também que rebranding e mudanças no modelo operacional não deveriam ter sido prioridades iniciais. O que constitui então um bom plano de criação de valor? Não há uma fórmula única. O crucial é que os fatores de geração de valor incluídos no plano sejam abrangentes, englobando aspectos como modelo operacional pretendido, cultura e aspectos tributários, para citar apenas alguns itens.

 

Quais foram suas prioridades iniciais e quais deveriam ter sido?

Contatos

Leonardo  Dell'Oso

Leonardo Dell'Oso

Sócio e líder de Deals, PwC Brasil

Tel: +55 (11) 3674 2000

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