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Como acelerar a economia da saúde para o futuro

Quais são os caminhos para transformar os sistemas de saúde e adotar a inovação em meio a uma pandemia

Com o avanço da pandemia de Covid-19, seu amplo impacto na assistência à saúde vai alterando a própria natureza dos sistemas de saúde em todo o mundo. O que está mudando? Tendências que antes evoluíam de modo incremental – como a telemedicina e os modelos baseados em dados – ganham aceleração, antecipando o futuro do ecossistema de saúde.

A Covid-19 está reescrevendo as regras tão rapidamente que as organizações de saúde precisam se adaptar e desenvolver uma nova identidade estratégica para o futuro, a fim de prosperar nessa rede interconectada que chamamos de Nova Economia da Saúde (NES). A tarefa de reparar, repensar e reconfigurar modelos ajudará os participantes desse ecossistema a sair mais fortes da crise e reinventar a maneira de prestar serviços de saúde.

A pandemia está acelerando a Nova Economia da Saúde

Os elementos da NES vinham se desenvolvendo visando um ecossistema de saúde mais interconectado. Mas a pandemia aumentou a velocidade da transformação.

Fonte: análise do PwC Health Research Institute sobre o impacto dos aceleradores da Covid-19 no ecossistema da Nova Economia da Saúde. Publicada pela primeira vez em Surviving sismic change: Winning a piece of $5 trillion US health ecosystem, Pwc Health Research Institute, setembro de 2016.

A pandemia da Covid-19 deve acelerar...

Uma série de serviços de saúde que eram realizados pessoalmente foram transferidos para espaços digitais. Tecnologias como consultas por vídeo, diagnósticos feitos em casa e monitores vestíveis continuarão a se expandir. Pesquisa e desenvolvimento e testes clínicos já estão se tornando virtuais, e vários membros da força de trabalho permanecem em regime remoto. Com essa virtualização, em vez de interações irregulares para cuidar da saúde, os pacientes passarão a adotar um modelo contínuo de atendimento.

No futuro, a saúde será orientada por análises. Ao utilizarem a coleta de dados em tempo real, planejamento de cenários e técnicas de IA, as organizações de saúde – em alguns casos apoiadas por empresas de tecnologia – estarão mais capacitadas para adequar os recursos às necessidades, fornecer atendimento contínuo e personalizado ao paciente entre as consultas e eliminar barreiras de comunicação entre sistemas de informação.

Espera-se que a cadeia de suprimentos de saúde – a movimentação global de medicamentos, suprimentos médicos, tecnologia e inovação – se torne mais ágil e resiliente a crises futuras. Haverá aumento da “glocalização” (o desenvolvimento de uma rede para produção e suprimento com vários nós, alguns locais) quando a transparência do estoque e a fabricação contínua se tornarem a norma.

É amplamente aceito que fatores socioeconômicos, ambientais e comportamentais, que ficam fora da esfera tradicional da assistência médica, afetam fortemente a saúde de uma pessoa. A pandemia e a crise econômica resultante pioraram os determinantes sociais da saúde mais comuns. As organizações de saúde do futuro farão parcerias de confiança com grupos comunitários, instituições de caridade, empresas e governos para abordar fatores sociais e priorizar serviços de saúde mental e de bem-estar.

Contatos

Eliane  Kihara

Eliane Kihara

Sócia e líder do setor de saúde, PwC Brasil

Tel: +55 (11) 3674 2000

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