Governança de IA como ativo estratégico

Governança de IA como ativo estratégico
  • Setembro 10, 2026

A adoção da inteligência artificial avançou mais rápido do que sua governança. Com a IA cada vez mais presente nas operações e nas decisões, as empresas precisam definir responsabilidades, limites de autonomia e mecanismos para identificar falhas e desvios.

Neste artigo, Marco Castro, CEO da PwC Brasil, discute por que a governança da IA precisa estar na agenda da liderança. Quando fica restrita às áreas jurídica ou de compliance, distante da estratégia e da operação, pode dificultar a inovação sem necessariamente controlar os riscos.

O desafio começa pela escolha de onde usar a tecnologia e se estende por todo o seu ciclo de vida. É preciso definir quais riscos a empresa aceita, quem responde pelas decisões apoiadas pela IA, quais delas exigem intervenção humana e como os modelos serão monitorados.

Esse preparo ganha importância com o avanço de aplicações mais autônomas e o uso de ferramentas fora dos canais autorizados. Critérios claros permitem decidir onde usar IA, até onde delegar decisões e como agir diante de falhas.

Governança de IA como ativo estratégico

Baixe o artigo de Marco Castro, CEO da PwC Brasil

(PDF of 939.19KB)

Contatos

Marco Castro

Marco Castro

CEO, PwC Brasil

Siga a PwC Brasil nas redes sociais