Confiança

As empresas reconhecem a importância de equilibrar os interesses de diferentes stakeholders para construir e sustentar a confiança.

Como redefinir o propósito organizacional para construir e sustentar a confiança

A crise financeira global na década passada mostrou como a confiança é importante e o quanto ela pode ser facilmente abalada. Em um mundo que passa por grandes mudanças, o propósito das empresas em si, e não apenas suas práticas, pode ser questionado.

A demanda por maior transparência organizacional está aumentando e a pressão sobre o meio ambiente também, como resultado do crescimento da população global e da ampliação das cidades. Nesse cenário, as desigualdades sociais criam discórdia em alguns países.

Ao mesmo tempo, com as redes sociais, as pessoas têm muito mais facilidade de demonstrar sua insatisfação, um fenômeno que tende a aumentar à medida que grandes camadas da população se tornarem mais ricas e mais bem educadas. Alguns consumidores também podem decidir tomar partidos, tornando-se mais criteriosos em relação aos seus gastos.

O aumento das expectativas dos consumidores, por sua vez, dará a outros stakeholders mais poder. Os consumidores preocupam-se cada vez mais com o impacto das empresas em suas comunidades locais e os governos e investidores reagem ao que os eleitores querem.


O que isso significa para a sua empresa?

A maioria dos executivos já reconhece que as empresas têm responsabilidades sociais e financeiras. Eles acreditam que é importante equilibrar os interesses dos diferentes stakeholders em vez de se concentrar apenas em investidores, funcionários e clientes. Mas há uma grande lacuna entre o que eles desejam fazer e o que realmente fazem.

Muitas empresas apenas medem seu desempenho financeiro, por exemplo. Da mesma forma, elas definem o risco apenas em termos de incidentes que poderiam perturbar suas finanças. Isso não será suficiente no futuro. Todas as organizações terão que considerar aspectos mais amplos e não financeiros em suas decisões de negócios.

Elas precisarão medir o impacto total de todas as suas atividades: não apenas os efeitos fiscais e econômicos, mas também os efeitos sociais e ambientais. Isso permitirá que a administração compreenda o trade-off entre diferentes estratégias e tome as melhores decisões para cada stakeholder. Tomar as decisões certas e relatar os resultados também ajudará as empresas a conquistar mais confiança, mais clientes e, portanto, mais lucro.

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