Mercados de capitais em 2030

O futuro dos mercados de ações

 

Em apenas dez anos, o Brasil deverá estar entre os quatro principais mercados para a emissão de ações, a despeito de incertezas quanto ao desempenho econômico do país no curto prazo, dependente de reformas como as da previdência social e tributária. Essa é uma das revelações do relatório Mercados de capitais em 2030: o futuro dos mercados de ações, produzido pela The Economist Intelligence Unit a pedido da PwC.

O estudo dá continuidade a um trabalho iniciado em 2011, a fim de entender que fatores estão moldando o desenvolvimento dos mercados de capitais globais na visão de líderes de empresas de todo o mundo. O relatório explora a evolução dos pontos de vista de cerca de 400 líderes e responde a perguntas como:

  • Quais mercados devem liderar a captação de recursos em 2030?
  • O que impulsiona a escolha do câmbio?
  • Os mercados públicos estão sob ameaça?

Em relação aos resultados de 2011, vários elementos do cenário político e econômico no mundo e no Brasil deram um tom mais moderado às projeções de crescimento das bolsas de valores dos emergentes nesta edição do estudo. Os resultados mostram, no entanto, que a aposta nesses mercados persiste, e o Brasil aparece em quarto lugar entre aqueles que devem liderar as captações em 2030.

O relatório traz informações também sobre os fatores que levam uma empresa a escolher uma determinada bolsa de valores para listar seus títulos, o impacto da onda tecnológica no mercado de capitais e as opções privadas de financiamento atualmente disponíveis para quem busca expandir seus negócios.

Quais países devem liderar as captações em 2030?

Em sua maioria, os emissores serão de quais países em 2030?

Fonte: The Economist Intelligence Unit

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