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Principais temas globais do setor de saúde 2021

Inovação impulsionada por recursos digitais

Fonte: Principais temas globais do setor de saúde, PwC, dados de janeiro de 2021

O setor de saúde respondeu com velocidade surpreendente ao impacto da pandemia de Covid-19. Praticamente da noite para o dia, muitas atividades passaram a ser feitas por meio de plataformas virtuais e tecnologias digitais. Com esse movimento, reformas que levariam uma década para serem implementadas ocorreram em poucos meses.

Nossas conclusões se basearam nos resultados da nossa pesquisa feita com 10 mil consumidores em dez países, em janeiro de 2021, além de entrevistas com líderes do setor de saúde.

Examinamos quatro questões principais que passaram a afetar os provedores globais de saúde, seguradoras, empresas farmacêuticas e de biociências, novos entrantes e empregadores.

 

10.038

pessoas pesquisadas em 10 territórios

“A barreira geográfica de atendimento médico especializado foi praticamente eliminada com o avanço da telemedicina no mundo. Temos potencial para reinventar os cuidados de saúde e prevenção, ampliar os atendimentos e reduzir os custos excessivos, aproveitando a capacidade oferecida pelos dados e plataformas.”

Ron Chopoorian

Bruno Porto
Sócio e líder do setor de Saúde da PwC Brasil

Principais insights

A hora de agir é agora para aproveitar as lições que as organizações de saúde aprenderam em 2020. Conheça os principais temas levantados por nossa pesquisa.

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1:15

4 temas principais que ganharam impulso durante a pandemia e continuarão a crescer

Os avanços da tecnologia e o desejo dos consumidores por conveniência levarão o atendimento virtual a um patamar que deverá transformar a forma tradicional de atendimento de saúde. A pesquisa global com consumidores de saúde da PwC mostra um interesse extremamente alto em relação aos cuidados remotos – por meio de smartphones ou consultas em vídeo – mesmo quando as pessoas já têm condições de voltar a usufruir do atendimento presencial. Como resultado, provedores e seguros-saúde devem desenvolver, de olho no futuro, estratégias de cuidados virtuais abrangentes que façam sentido tanto do ponto de vista do atendimento ao paciente quanto do negócio.

Implicações:

  • Proteger contra as desigualdades no acesso ao atendimento virtual as populações vulneráveis que não têm dispositivos móveis, conectividade e alfabetização digital necessários para participar desse sistema. 

  • Cuidar da privacidade e da segurança dos dados de saúde, aumentando os esforços de segurança cibernética, à medida que mais pessoas usam telemedicina, aplicativos de saúde e dispositivos de monitoramento remoto.

  • Gerenciar para a mudança, fornecendo oportunidades de aprimoramento, desenvolvendo a aptidão digital organizacional e ajudando os empregados a se ajustarem às mudanças nas práticas de trabalho.

No Brasil

42% dos pacientes preferem ser atendidos por telemedicina durante uma emergência 

90% dos pacientes ainda sem experiência com a telemedicina estão abertos a serem atendidos desta forma

Fonte: Pesquisa Telemedicina no Brasil, Datafolha e Conexa Saúde, divulgada em abril de 2021.

A covid-19 foi a primeira pandemia verdadeiramente global na era da inteligência artificial e do big data. E, quando ela chegou, as organizações de saúde tiveram dificuldade de encontrar as informações básicas de que precisavam para responder adequadamente. A implantação desorganizada dos programas de vacinação contra a covid-19 em muitos países ilustra o quanto ainda precisa ser feito para usar a força dos dados e das análises. O reconhecimento do poder da análise de dados para melhorar o atendimento, aprimorar a experiência do paciente e reduzir os custos está impulsionando a convergência entre os setores de tecnologia, serviços de saúde, farmacêutico e de biociências.

Implicações:

  • Aproveitar os dados para direcionar as intervenções, comunicações e estratégias de divulgação para os pacientes certos, a fim de impulsionar o envolvimento do paciente, melhorar os resultados e reduzir custos. 

  • Convocar colaborações regionais de sistemas de saúde, pesquisadores, organizações comunitárias, farmacêuticas, governo, empregadores locais e setores de tecnologia para gerar insights a partir de dados de saúde, de consumidores e de determinantes sociais. O objetivo é identificar tendências, direcionar intervenções e conduzir estratégias de divulgação inteligentes.

  • Desenvolver uma cultura baseada em dados na qual as informações sejam transformadas em insights.

A transformação provocada pela pandemia nos ensaios clínicos presenciais forçou a adoção de tecnologia digital e ferramentas de atendimento à distância que permitem aos pesquisadores lidar remotamente com alguns aspectos dos ensaios, como recrutamento digital, visitas remotas por telessaúde e o uso de testes domiciliares ou tecnologias de monitoramento. 

93% dos executivos dos setores farmacêutico e de biociências disseram que os testes que incluem elementos digitais foram importantes para assegurar o processo de desenvolvimento de sua empresa nos próximos cinco anos.

Fonte: PwC Health Research Institute

No total, 66% dos entrevistados da pesquisa global da PwC com consumidores de saúde afirmaram que estariam dispostos ou muito dispostos a participar de ensaios clínicos digitais. As experiências positivas durante os estudos relacionados à covid-19 sem dúvida aumentaram o entusiasmo pela incorporação de componentes digitais nos estudos, quando viável.

Implicações:

  • Determinar os estudos certos para novos modelos, identificar e priorizar áreas de doença e, no caso de estudos descentralizados, analisar a viabilidade de realizar estudos em locais não convencionais, que possam proporcionar facilidade de visitas aos pacientes, armazenamento de medicamentos e coleta de bioespécies.

  • Avaliar os custos e a economia dos testes. Testes com uso de ferramentas remotas para monitoramento e algumas interações com o paciente geram economia em várias áreas, incluindo aquelas associadas ao monitoramento e gerenciamento no local.

  • Abordar as preocupações do consumidor. Na pesquisa global da PwC com o consumidor de saúde, 23% dos entrevistados disseram que estão relutantes em participar de testes remotos. Entre os motivos estavam preocupações com confiança (30%), comprometimento de tempo (21%) e preocupações com a saúde (20%).

  • Aumentar a diversidade de participantes, descentralizando os locais para estudos.

A pandemia deixou bem claros os pontos fracos da cadeia de suprimentos. O foco em 2021 será desenvolver flexibilidade e redundância na cadeia de abastecimento, tarefa que prepara os participantes do setor para a próxima crise de saúde pública e cria uma proteção contra outras disrupções. Esse trabalho produz uma série de outros resultados positivos, como a criação de empregos e benefícios ESG, com a localização adequada da produção e da cadeia de suprimentos.

Implicações:

  • Considerar a localização de suprimentos. Fatores como risco, resiliência, desenvolvimento de um ecossistema mais amplo, análise de custo-benefício, incentivos fiscais e disponibilidade de talentos devem ser considerados no curto e longo prazos. As organizações devem criar agilidade com infraestrutura redundante.

  • Construir parcerias que possibilitem a inovação, promovam a resiliência da cadeia de suprimentos e melhorem a distribuição de produtos.

  • Investir em uma força de trabalho do futuro que entenda a tecnologia e o poder dos dados, incluindo inteligência artificial (IA) e aprendizado de máquina, cada vez mais presentes na cadeia de suprimentos.

Mais de 7,5 milhões de atendimentos foram realizados via telemedicina no Brasil, entre janeiro de 2020 e julho de 2021.

Fonte: Associação Brasileira de Empresas de Telemedicina e Saúde Digital

Dados da Pesquisa Global de Saúde

 
Você experimentou algum sintoma de ansiedade ou depressão devido à pandemia de covid-19?
Você participaria de um ensaio clínico conduzido remotamente para ajudar a desenvolver tratamentos de saúde ou vacinas?
Em relação aos ambientes virtuais que você usou para receber tratamento de saúde,
você estaria disposto a usá-los novamente se o risco dapandemia diminuísse e
uma vacina contra a covid-19 fosse adotada em massa?

  83%

Telefone

  78%

Texto

 81%

Aplicativo móvel
Para aqueles que hesitam em se vacinar, o que o incentivaria
a tomar logo a vacina contra a covid-19?

Atitude em relação a se vacinar
contra a covid-19
Métodos usados para receber tratamento de saúde (antes e/ou durante a pandemia)

Entre aqueles que nunca tomariam a vacina contra a covid-19, por que não?
Já usou atendimento virtual por vídeo para receber cuidados de saúde e tem vontade de usar novamente quando o risco da pandemia diminuir

Contatos

Bruno Porto

Bruno Porto

Sócio e líder do setor de Saúde, PwC Brasil

Tel: +55 (11) 97097 1862

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